
Atrações de vários estilos e localidades e uma programação que se espalha pela cidade – tanto em teatros quanto nas ruas. Assim será o 14º Festival Internacional de Dança do Recife (FIDR), que acontece entre os dias 23 e 31 de outubro. Este ano, o evento, que é realizado pela Prefeitura do Recife, tem curadoria da catarinense Sandra Mayer e homenageia a bailarina e coreógrafa pernambucana Maria Eduarda Buarque.
“De 2005 para cá, o festival vem se distanciando de um conceito fechado. Em 2009, a gente resgata este emaranhado de redes, abriga várias possibilidades de manifestação artística. A maioria destas obras dialogava com outras artes, estava ali a imagem sendo projetada, a música. A gente transferiu essa visão cultural para o perfil do evento”, explica o coordenador do festival, Arnaldo Siqueira, sobre a relação entre as obras avaliadas pela curadoria e a constituição do FIDR.
Este ano, o festival foi organizado em quatro eixos: o de espetáculos no teatro, o FIDR na rua, o FIDR + e o educativo (uma novidade desta edição, realizada em parceria com 12 projetos que atuam na cidade). As atrações vão desde o frevo ao hip hop, do ritmos árabes aos africanos, sem falar nas performances de dança contemporânea.
“De 2005 para cá, o festival vem se distanciando de um conceito fechado. Em 2009, a gente resgata este emaranhado de redes, abriga várias possibilidades de manifestação artística. A maioria destas obras dialogava com outras artes, estava ali a imagem sendo projetada, a música. A gente transferiu essa visão cultural para o perfil do evento”, explica o coordenador do festival, Arnaldo Siqueira, sobre a relação entre as obras avaliadas pela curadoria e a constituição do FIDR.
Este ano, o festival foi organizado em quatro eixos: o de espetáculos no teatro, o FIDR na rua, o FIDR + e o educativo (uma novidade desta edição, realizada em parceria com 12 projetos que atuam na cidade). As atrações vão desde o frevo ao hip hop, do ritmos árabes aos africanos, sem falar nas performances de dança contemporânea.